Cattleya Tigrina, zona rural do município de Inhambupe. Foto Gilson Santana
Cattleya Tigrina é uma espécie de orquidea encontrada do Rio de Janeiro, Rio
Grande do Sul, Bahia e Sergipe no Brasil. Planta bifoleada com pseudobulbos
eretos, cilíndricos e levemente sulcados que podem chegar a mais de 1 metro de
altura. Inflorescência com cinco a oito flores que surgem entre as folhas com ou
sem espata.
Flor de seis centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas de marrom
ou púrpura a verde-amarelado intenso. Labelo trilobado com lóbulos laterais
exteriormente brancos que cobrem a coluna. Lóbulo central pequeno, papiloso, de
cor ametista.
Floresce de setembro a Dezembro. Tambem é conhecida pelo nome de
Cattleya Leopoldi pois em 1855, uma planta foi levada para a Europa pela empresa
belga Verschaffelt e descrita por Lemaire como variedade da Cattleya guttata
Lindley, recebendo a denominação Cattleya leopoldi em homenagem ao rei Leopoldo
I da Bélgica, um apaixonado admirador de orquídeas.
Esta espécie, sabe-se hoje,
é um sinônimo da Cattleya tigrina, classificada por Richard, sete anos antes.
Nos municipios de Aporá e Inhambupe ainda é possivel encontrar em algumas areas
de matas alguns exempares dessa especie que tem seu estado de conservação
considerada "Vulnerável" (VU) correndo o risco de futuramente se tornar extinta.
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cattleya_tigrina
http://www.delfinadearaujo.com/estados/brasil.htm
http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/ptbr/profile/Cattleya%20tigrina