domingo, 30 de julho de 2023

Tatu-Peba Euphractus sexcinctus

Tatu-Peba, Zona rura de Aporá. Foto  e vídeo Gilson Santana




Caracterização: Espécie de médio porte, com coloração amarronzada, carapaça provida de pelos esparsos, com seis ou oito cintas de placas móveis e cabeça cônica e achatada. 

Distribuição: Ocorre do Suriname ao norte da Argentina, ocorre em áreas do cerrado do Brasil central, sendo encontrado nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Piauí, Maranhão e norte de São Paulo, ao norte dos rios Tietê Piracicaba. 

 Habitat: Ocupa campos, cerrados e bordas de florestas. 

 Hábitos: Tem hábito noturno, solitário, cava túneis para se esconder. 

Alimentação: Alimenta-se de uma vasta gama de plantas, sementes e polpa de laranja e cana de açúcar, formigas, besouros, cupins, larvas de borboleta, grilos e alguns aracnídeos e animais, inclusive de carcaças 


  Reprodução: Alcançam sua maturidade sexual entre 1 a 2 anos. O período de gestação é de 60 a 65 dias, nascendo de 2 a 4 filhotes por ninhada. Nasce sem pelos, sem dentes, com os olhos e canais auditivos externos fechados, orelhas mal formadas e boca fechada lateralmente por uma membrana, havendo apenas um abertura anterior que permite ao animal mamar. 

Fonte
https://www.nativealimentos.com.br/sustentabilidade/biodiversidade/animais/mamiferos/tatu-peba/102 acesso em 30/07/2023

domingo, 21 de maio de 2023

Pitaia-branca

Zona urbana, município de Inhambupe. Foto Gilson Santana


A pitaia-branca (Hylocereus undatus), é uma espécie de pitaia pertencente ao gênero Hylocereus e a família Cactaceae, é disseminada na América Latina e cultivada nos quatro continentes, e pode ser encontrada desde Israel até a China. 

Nativa de florestas úmidas mantem hábito escandente ou trepador, pode ser encontrada subindo em árvores ou rochas, no seu habitat natural, utilizando raízes aéreas para se fixar. As pitaias são conhecidas na cultura Asteca há um longo tempo, este nome significa fruto de escamas, é utilizado tanto para a planta como para o fruto de Hylocereus undatus (Haw.) Britton & Rose.

 Conhecida pelo mundo por diversos nomes, como fruta-dragão, cato-barse, cardo-ananás, ou pitahaya. No Brasil o nome vulgar da cultura sofreu modificações, com escrita diferente, pitaia, mas mantendo a sonoridade. Noutros locais sua flor é conhecida como rainha-da-noite. 

 Fonte: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hylocereus_undatus

Garça na lagoa do Aporá

A garça é uma ave ciconiforme que habita áreas próximas a rios, lagos, praias marítimas, manguezais e estuários. - Vivem em regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, exceto Antártida. - A maioria das espécies de garças possui penas brancas cobrindo todo corpo e pescoço longo. - Os bicos grandes das garças podem variar de cor dependendo da espécie. 
Porém, as cores de bicos mais comuns são amarela, marrom e preta. - Medem entre 70 e 85 cm de altura. - Pesam, em média, de 3 a 5 quilos de acordo com a espécie. 

A alimentação da garça é composta basicamente de peixes, pequenos anfíbios, crustáceos e outras espécies de animais aquáticos de pequeno porte. 

Existem vários gêneros de garças (aproximadamente 60), porém as mais conhecidas são: ardea alba (garça-branca-grande), bulbucos (garça-vaqueira), ardea cocoi (garça-moura), tigrisoma e zebrilus. 

- Tem hábitos solitários, porém vivem em bandos na época da reprodução. - Possuem hábitos diurnos, sendo que se recolhem nas copas de árvores altas no cair da tarde e a noite. 

A fêmea costuma botar, em média, de 5 a 6 ovos. CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Aves Ordem: Ciconiiformes Família: Ardeidae 


 Fonte: 

https://www.suapesquisa.com/mundoanimal/garca.htm